4860 Cabeceiras de Basto, Portugal | Social Inclusion
Fundação António Joaquim Gomes da Cunha Find out more
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A nossa MISSÃO é mostrar que a Fundação é “um lugar com vida, um lugar de todos”.

A Fundação António Joaquim Gomes da Cunha nasceu do desejo de um homem que, preocupado com as condições de vida dos seus conterrâneos, procurou dar resposta às fragilidades estruturais, sociais e económicas da sua terra e ajudar os mais necessitados.
Da ideia surgiu a obra, tendo sido construído um conjunto de edifícios para Escola Profissional, Escola Primária, Posto Médico, Farmácia e habitações para professores e farmacêuticos, entre outros.
Ao longo dos anos, a Fundação, enquanto Instituição muito próxima dos habitantes da região, foi alargando a sua área de intervenção, nomeadamente para situações de cariz social, reveladoras de fragilidades e lacunas existentes a esse nível no concelho.
Deste modo, na década de 90, o seu objecto de acção passa a incluir de forma prioritária, embora não exclusiva, as pessoas portadoras de deficiência que carecem de apoios específicos, que a estrutura familiar não consegue, na sua generalidade, assegurar.
O que fazemos
Perante os crescentes pedidos e a ausência de estruturas e equipamentos locais de apoio, a Fundação cria um Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) através de um acordo com a Segurança Social, que pretende assim contribuir para o desenvolvimento físico, emocional e social dos jovens e adultos portadores de deficiência mental/ física grave ou moderada, reduzindo o risco de exclusão social e potenciando a sua integração social e familiar. Actualmente, presta apoio a 30 utentes.
Em 2002, a Fundação dá início, nas suas instalações, ao Serviço de Refeições e Prolongamento de Horário para as crianças da Educação Pré-escolar de Gondarém, numa parceria com a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, serviço que actualmente, abrange 44 crianças.
Também no ano de 2002, é aprovado o projecto “Núcleo de Estudos de Apoio às Crianças e Jovens” (NEACJ), no âmbito do programa Ser Criança, destinado a crianças e jovens em situação de risco, preferencialmente com idades compreendidas entre os 0 e os 6 anos de idade.
Saliente-se que este projecto tem sido desenvolvido numa lógica de parceria, com a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Cabeceiras de Basto, com os Agrupamentos de Escolas do Concelho, o Hospital Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães e com outros agentes locais da área social. O projecto NEACJ representa uma intenção muito forte de conhecer rigorosamente as situações de risco que impedem o normal desenvolvimento das crianças e jovens do concelho de Cabeceiras de Basto, bem como prestar todo o apoio possível às situações detectadas através, nomeadamente, da criação de um Observatório do Risco, da criação de um Gabinete de Apoio às crianças e Jovens e de uma Sala de Intervenção Precoce.
O NEACJ apoiou, em média, 150 crianças (em sala, apoio psicológico e no observatório do risco) e terminou em Junho de 2005.
No âmbito do POEFDS, a Fundação viu aprovados nos últimos anos, três projectos de intervenção comunitária, de cariz não formativa:
- Em 2003, o projecto “Comunidade Viva” que permitiu a elaboração de um Diagnóstico Sócio – Económico do concelho, no qual são identificadas as principais fragilidades e potencialidades do mesmo nas suas várias vertentes, nomeadamente no que diz respeito à identificação e encaminhamento de situações de risco e de promoção da integração social. O projecto terminou em 2004;
- Em 2004, o projecto “Viver Mais” que deu continuidade ao projecto anterior, procurando minorar os efeitos da pobreza, desemprego e exclusão social aos quais a população mais rural do concelho está mais exposta, potenciando a melhoria das suas condições de vida e o desenvolvimento económico-social da freguesia e do concelho de Cabeceiras de Basto. O projecto terminou em 2005;
- Em 2005, o projecto “Novos Rumos” que continua o trabalho dos dois projectos anteriores, nomeadamente através da realização da Feira dos Afectos e dos Saberes, do Encontro das Colectividades de S. Nicolau e da edição da revista “Terra Nossa”, assentando a sua intervenção numa lógica de parcerias e acordos de cooperação com outras entidades da freguesia e do concelho.
Cada um destes três projectos representam a possibilidade de apoio a várias dezenas de pessoas de todas as idades e envolve as oito colectividades da freguesia de Cabeceiras de Basto – S. Nicolau.
Em Setembro de 2003 lançámos a revista “Terra Nossa”, uma publicação semestral, que já vai no número 4, destinada a divulgar as actividades da Fundação, mas também dedicada à história, à cultura e à vida da nossa terra.
No ano de 2004, foi também aprovado o projecto “Todos a Navegar”, no âmbito do Programa Operacional para a Sociedade de Informação, através do qual foi possível criar nas instalações da Fundação, um Espaço Internet, que pretende constituir-se como um meio de promoção do acesso generalizado às Novas Tecnologias de Informação e Comunicação junto da população local, bem como realizar formação em competências básicas nesta área, aos seus utentes, aos seus técnicos e funcionários e aos residentes na freguesia.
No ano de 2005, lançámos a Liga de Amigos da Fundação, através da campanha “Fazer Amigos”, para incentivar a ligação e a colaboração da comunidade com a nossa instituição, à qual podem aderir todas as pessoas que se proponham ajudar na prossecução dos objectivos de solidariedade social da Fundação, através de contribuição pecuniária, recolha de fundos ou trabalho voluntário, entre outras acções, e que, como tal, sejam admitidas pelo Conselho de Administração. Foi assim que cerca de 250 pessoas que acreditam que “a vida é feita de pequenos nadas”, fizeram um pequeno gesto SOLIDÁRIO e tornaram-se AMIGOS da Fundação...
No primeiro trimestre de 2006, abriu ao público a Biblioteca da Fundação (para os seus utentes e para a comunidade de S. Nicolau, que poderá funcionar também como um Centro de Estudos Locais, para apoio aos estudantes da freguesia e do concelho, que frequentem o Ensino Secundário e Superior.
No dia 6 de Abril de 2006 teve início o curso de formação de Carpintaria/ Trabalhos em Madeira no âmbito da Medida de Apoio ao Desenvolvimento do Artesanato e do Património Natural, Cultural e Urbanístico, inserida no Programa de Emprego e Protecção Social. Esta formação teve a duração total de 1456 horas, com frequência prevista de 7 horas diárias de formação em sala, das 9h às 12.30h e das 14h às 17.30h. Frequentaram o curso 16 formandos residentes no concelho de Cabeceiras Basto. A entidade promotora do curso de Carpintaria foi a Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, a entidade formadora a Multiaveiro e a entidade financiadora o Centro de Emprego de Basto.
Em Dezembro de 2006 a Fundação assinou um Acordo de Cooperação Atípico, o objectivo por parte da instituição é o atendimento, acompanhamento e/ou encaminhamento social, a criação de estratégias de intervenção que transformem situações de risco em oportunidades e a criação de um posto de informação e recepção de documentos para o cidadão. O presente acordo de cooperação visa criar condições para a intervenção conjugada da instituição com o CDSS, dirigida á população das freguesias de Cabeceiras de Basto, Bucos e Painzela.
No final do ano de 2008 a Fundação deu início a dois curso de formação “Promoção Pessoal, Social e Profissional” e “Promoção para a Cidadania” financiados pelo POPH cujo objectivo incidiu na promoção do desenvolvimento de competências profissionais, sociais e pessoais dos destinatários, com vista à aquisição de capacidades que lhes permitiram integrar ou concluir acções de formação que lhes permite a certificação e/ ou reintegração no mercado de trabalho. E dinamizou o curso de“Cidadania Activa” financiado pelo POPH que teve como objectivo desenvolver um conjunto de competências que foram promotoras da valorização pessoal de jovens e que pretendia funcionar como plataforma de motivação para um investimento mais consistente nos seus percursos escolares e mais tarde profissionais.
Com os mesmos objectivos dos cursos anteriores realizou-se nos anos de 2010 e 2011 o curso de “Cidadania e Projecto Pessoal” e no final de 2011 iniciaram os cursos “Cidadania Activa” e “Inclusão Projecto de Vida”.
Em 2008 a Fundação arrancou com um curso de “Geriatria” financiado pelo POPH e que promoveu a certificação profissional e escolar equivalente ao 9º ano. Dinamizou também o curso de “Animador sócio-cultural” financiado pelo POPH e que promove certificação profissional e escolar equivalente ao 12º ano.
Em 2010 – 2011 realizou-se o curso de “Máquinas de transformação da Madeira” de tipologia B1 + B2 com equivalência escolar do 6.º ano. 
Em 2010 assinamos o Protocolo de Cooperação com o Centro Distrital da Segurança social de Braga para dar início ao nosso Lar Residencial, um equipamento para acolhimento de pessoas com deficiência que se encontram impedidas, temporária ou definitivamente, de residir no seu meio familiar.
A capacidade do nosso Lar Residencial é para 24 pessoas e tem um funcionamento 24h por dia.
Destinatários
As estruturas residenciais destinam-se a pessoas com deficiência, de idade igual ou superior a 16 anos:
• Que frequentem estruturas de ensino, programas e formação profissional ou se encontrem abrangidas por programas ou projectos cujo local não se compatibilize com o da resposta da residência;
• Cujos familiares não as possam acolher;
• Cuja família necessite deste apoio em determinadas situações, tais como em caso de doença ou de necessidades de descanso da respectiva família, devidamente justificados.
Objectivos
• Disponibilizar alojamento e apoio residencial permanente ou temporário;
• Promover condições de vida e de ocupação que contribuam para o bem-estar e qualidade de vida adequada às necessidades específicas dos seus destinatários;
• Promover estratégias de reforço da auto-estima e da valorização e de autonomia pessoal e social;
• Assegurar condições de estabilidade aos destinatários, reforçando a sua capacidade autonómica para a organização das actividades da vida diária;
• Prestar apoio na integração escolar, em centros de actividades ocupacionais, na formação profissional, no emprego protegido ou no acesso ao mercado normal de trabalho;
• Privilegiar a interacção com a família e com a comunidade, no sentido da respectiva integração social.

Para desenvolver as valências já existentes, o actual Conselho de Administração procurou, desde que foi designado em 3 de Novembro de 2000, assegurar todas as condições necessárias, em termos de equipamentos, espaços e recursos humanos, de forma a prestar o melhor apoio possível a todos os utentes e a continuar a cumprir os objectivos da Fundação.
Para desenvolver as valências já existentes, o actual Conselho de Administração procurará assegurar todas as condições necessárias, em termos de equipamentos e de recursos humanos, de forma a prestar o melhor apoio possível a todos os utentes e continuar a cumprir os objectivos da Fundação. Neste sentido, procurar-se-á manter ou até ampliar a equipa de que a instituição já dispõe e que dá corpo a um trabalho de enorme alcance social, composta por quadros superiores, técnicos qualificados e auxiliares de diferentes áreas, como sejam: Psicóloga, Socióloga, Educóloga, Terapeuta da Fala, Fisioterapeuta, Professor de Educação Física, Engenheiro Informático, Monitoras, Motorista, Auxiliares, Cozinheira, recorrendo ainda ao trabalho de Estagiários e de Voluntários
Desde sempre constituiu uma preocupação determinante, o estabelecimento de uma rede forte e densa de parcerias que, felizmente, tem vindo a concretizar-se.
Assim, são já parceiras da Fundação, as seguintes entidades:
• Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto;
• Junta de Freguesia de Cabeceiras de Basto - S. Nicolau;
• Junta de Freguesia de Cavez;
• Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe;
• Junta de Freguesia do Bucos;
• Junta de Freguesia do Painzela;
• Câmara Municipal de Vieira do Minho;
• Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Braga; Centro de Emprego das Terras de Basto;
• Centro de Saúde de Cabeceiras de Basto;
• Serviços locais de Solidariedade e Segurança Social; Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto; Agrupamento de Escolas de Arco de Baúlhe;
• Centro Social e Paroquial de Bucos;
• Centro Social e Paroquial de Abadim;
• Centro Social e Paroquial de Riodouro;
• Cruz Vermelha de Cabeceiras de Basto;
• Associação Juvenil de Cabeceiras de Basto;
• Associação Cultural e Desportiva de S. Nicolau;
• Associação do Rancho Folclórico de S. Nicolau;
• Cercifafe;
• Hospital Sra. da Hora – Guimarães;
• Hospital de S. Marcos – Braga;
• Centro de Apoio à Toxidependência – Guimarães; Universidade Católica Portuguesa;
• Universidade Lusíada;
• Emunibasto, EM e Basto Solidário, EM.;
É também graças ao apoio destes nossos parceiros e até de alguns particulares, que muitas das acções são concretizadas de uma forma mais eficaz e menos difícil.
O que queremos do Futuro...
Depois do trabalho já efectuado, ao longo dos últimos anos, perspectivou-se para 2014, um conjunto de acções e iniciativas que, a par das actividades “correntes” da Fundação, marcará o futuro próximo de todos quantos participam nesta tarefa sempre inacabada de trabalhar pelo direito à inclusão de todos os cidadãos.
A tarefa essencial a que nos propomos em 2015, traduz-se em continuar trabalhar com profissionalismo, qualidade e humanismo, consolidando as respostas sociais já existentes, para além de pretendermos lançar e dinamizar novas acções, algumas delas de âmbito mais interno, mas também de ligação e colaboração com a comunidade que nos rodeia e onde nos inserimos, levando a que a Fundação, seja cada vez mais, um lugar com vida, um lugar de todos…
Assim, partindo de um rigoroso diagnóstico da situação presente da Fundação e procurando ultrapassar as dificuldades existentes, vamos procurar, em 2015, continuar a construir o melhor futuro possível, guiados pelos seguintes objectivos gerais:
1. Consolidar a Fundação como uma instituição de referência na freguesia, que se assume como motivo e motor do seu desenvolvimento;
2. Colaborar com as instituições e associações da freguesia, nas suas actividades e objectivos, na medida em que se enquadrem nos fins prosseguidos pela Fundação e nos interesses da freguesia de Cabeceiras - S. Nicolau;
3. Participar activamente, quer como entidade promotora, quer como parceiro, mas sempre com forte empenhamento e colaboração com as instituições concelhias e com os serviços desconcentrados da Administração Central, nos seguintes espaços de intervenção e coordenação do concelho de Cabeceiras de Basto: Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, Conselho Local de Acção Social, Comissão Social Inter-freguesias de S. Nicolau, Conselho Local de Educação, Conselho Municipal de Segurança, Conselho Municipal de Protecção Civil, Conselho Municipal da Juventude, Emunibasto e Basto Solidário, entre outros agentes locais;
4. Desenvolver todas as diligências para a criação de novas respostas de inserção social e profissional para cidadãos do concelho de Cabeceiras de Basto, muito especialmente para os portadores de deficiência.
5. Para poder proporcionar uma vida mais feliz aos nossos concidadãos portadores de deficiência e sensibilizar a comunidade cabeceirense, para a vida difícil que muitos enfrentam, motivada por acidente, por doença ou, simplesmente, porque assim nasceram, é indispensável a colaboração de todos os membros da comunidade, numa atitude de solidariedade para com os que mais precisam.
Assim, para incentivar a ligação e a colaboração da comunidade com a nossa instituição, criamos a Liga de Amigos da Fundação, à qual podem aderir todas as pessoas que se proponham ajudar na prossecução dos objectivos de solidariedade social da Fundação, através de contribuição pecuniária, recolha de fundos ou trabalho voluntário, entre outras acções, e que, como tal, sejam admitidas pelo Conselho de Administração. Assim, em 2015, pretendemos continuar a promover a adesão de mais amigos, à Liga de Amigos da Fundação.














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